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terça-feira, 14 de agosto de 2012

Lucro da BRF encolhe quase 100% no 2° trimestre


A empresa de alimentos registrou lucro líquido de R$ 6 milhões no segundo trimestre do ano, 99% menos do que os R$ 498 milhões do mesmo período do ano passado 

13 de agosto de 2012 | 21h 09
Suzana Inhesta - Agencia Estado
http://economia.estadao.com.br/noticias/negocios%20geral,lucro-da-brf-encolhe-quase-100-no-2%C2%B0-trimestre,122983,0.htm

SÃO PAULO - A empresa de alimentos BRF Brasil Foods registrou lucro líquido de R$ 6 milhões no segundo trimestre do ano, 99% menos do que os R$ 498 milhões do mesmo período do ano passado, conforme comunicado divulgado na noite desta segunda-feira.


O Ebitda (lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização) diminuiu 28%, passando de R$ 786 milhões para R$ 565 milhões na mesma base de comparação. A margem Ebitda foi de 8,3%, 4,2 pontos porcentuais menor do que a de 12,5% no segundo trimestre do ano passado.
A receita líquida da companhia ficou em R$ 6,842 bilhões entre abril e junho, alta de 9% ante os R$ 6,294 bilhões do segundo trimestre do ano passado. A receita com vendas no mercado interno da BRF totalizou R$ 3,97 bilhões no segundo trimestre do ano. O resultado foi 7% maior do que a cifra de R$ 3,7 bilhões obtida nos meses de abril a junho de 2011. Já as exportações da companhia somaram R$ 2,872 bilhões, 11% acima dos R$ 2,594 bilhões contabilizados em remessas ao exterior no segundo trimestre do ano passado.

domingo, 13 de maio de 2012

Produção de leite cresce mais de 60% em oito anos no Rio Grande do Sul


Pecuária leiteira também apresenta ampliação no Estado, graças ao aumento no número de indústrias

  • Roberto Witter
Foto: Roberto Witter / Agencia RBS
Rio Grande do Sul registra crescimento na pecuária leiteira
A chegada de grandes indústrias leiteiras ao Rio Grande do Sul na última década despertou o ímpeto das cooperativas, que até então não tinham concorrentes. O resultado foi o aumento na produção, que passou de 2,36 bilhões de litros em 2004 para 3,93 bilhões no ano passado. O crescimento foi de 66,5% na produção em oito anos.
A expansão da pecuária de leite também é constante. Há 30 anos, a bacia leiteira estava concentrada no sul do Estado e na região metropolitana de Porto Alegre. Hoje, apenas 90 municípios não investem na atividade.
– O noroeste foi onde a criação mais prosperou, porque os pecuaristas são agricultores natos. Essa cultura de produzir alimento para o gado fez com que a região se destacasse – avalia José Ferreira, presidente da Associação dos Criadores de Gado Holandês do Rio Grande do Sul (Gadolando).
Outros dois fatores contribuem para que a região produza 70% do leite do Estado. O primeiro é o tamanho das propriedades. Sem grandes áreas, é preciso diversificar, e o leite é uma fonte de renda mensal. Além disso, há a organização das famílias.
– A atividade leiteira é muito desenvolvida por mulheres. Os filhos participam bastante. É uma criação que envolve a família – explica Ferreira.
As estações bem definidas são outro aliado. Com menos estresse climático do que no restante do país, as vacas criadas no Estado têm a segunda maior média produtiva anual, só perdendo para Santa Catarina. Em 2010, segundo o Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos Derivados do Estado (Sindilat), cada animal produzia, em média, 2,43 mil litros de leite por ano.
Isso despertou a atenção de gigantes como a Nestlé, que se instalou em Palmeira das Missões, e a BR Foods, que assumiu o comando da Elegê. Para não perder a briga, cooperativas se reorganizaram, ganharam força e colaboraram para o aquecimento do mercado.
– Hoje produzimos quase quatro bilhões de litros de leite. Teríamos capacidade para chegar a 12 bilhões de litros só investindo na melhoria do manejo – estima Darlan Palharini, secretário executivo do Sindilat.
>>> Confira matéria original em Zero Hora.
ZERO HORA

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Fábrica da BR Foods no Oriente Médio vai abastecer 60% do mercado local

http://pecuaria.ruralbr.com.br/noticia/2011/08/fabrica-da-br-foods-no-oriente-medio-vai-abastecer-60-do-mercado-local-3457980.html?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+CanalRural+%28Not%C3%ADcias+-+Canal+Rural%29


Matérias-primas serão fornecidas pelo Brasil, mas a mão de obra será do país árabe

A fábrica que a Brasil Foods – dona das marcas Sadia e Perdigão – terá nos Emirados Árabes Unidos vai responder por 60% da demanda local por produtos da empresa. As matérias-primas serão fornecidas pelo Brasil, mas a mão de obra será do país árabe.
Os investimentos previstos são de US$ 120 milhões, a capacidade de processamento da unidade será de 80 mil toneladas anuais de alimentos e as operações devem começar no final de 2012.
O vice-presidente de Assuntos Corporativos da companhia, Wilson Mello, destaca, entre as vantagens de se ter uma fábrica no Oriente Médio – que é o maior mercado do frango brasileiro – a proximidade com os clientes, a oportunidade de ampliar a participação no segmento de "food service" (fornecimento para hotéis, restaurantes, companhias aéreas, etc.) e uma maior flexibilidade de desenvolvimento de produtos ao gosto regional.
– Nada impede que, a partir da produção local, a BRF desenvolva outras linhas de produtos e, eventualmente, até marcas regionais – disse o executivo.
Sadia e Perdix, como é conhecida a Perdigão no país árabe, estão entre as marcas líderes de mercado no Oriente Médio. Segundo ele, o acordo feito com o Conselho Administrativo de Desenvolvimento Econômico (Cade), que determina a alienação de ativos para permitir a fusão Sadia-Perdigão, não afeta os negócios no mundo árabe, pois diz respeito somente a operações no Brasil. As unidades têm que ser vendidas a um único comprador.
– São ativos de alta qualidade e que juntos conferem à empresa compradora a condição de segunda colocada no mercado brasileiro – acrescentou.
AGÊNCIA SAFRAS

domingo, 21 de agosto de 2011

Lucro da BRF sobe 190% para R$ 498 milhões no segundo trimestre

http://pecuaria.ruralbr.com.br/noticia/2011/08/lucro-da-brf-sobe-190-para-r-498-milhoes-no-segundo-trimestre-3443816.html
11/08/2011 | 20h37


Receita líquida cresceu 14%, para R$ 6,294 bilhões

A BRF Brasil Foods registrou lucro líquido de R$ 498 milhões no segundo trimestre do ano, alta de 190% ante os R$ 171 milhões registrados no mesmo período de 2010. A receita líquida cresceu 14%, para R$ 6,294 bilhões, ante R$ 5,532 bilhões de abril a junho de 2010.
O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortizações) atingiu R$ 786 milhões no segundo trimestre, alta de 28% ante os R$ 614 milhões apurados no mesmo período do ano passado. A margem Ebitda registrou avanço de 1,4 ponto porcentual, para 12,5%, nível recorde.
No acumulado do ano até junho, o lucro líquido da companhia somou R$ 881 milhões, incremento de 279%, quando comparado aos R$ 233 milhões em igual intervalo de 2010. A receita líquida aumentou 16%, passando de R$ 10,579 bilhões para R$ 12,315 bilhões.
O Ebitda do período totalizou R$ 1,602 bilhão no primeiro semestre, alta de 51%. A margem Ebitda subiu para 13% ante 10% do primeiro semestre de 2010.