domingo, 28 de novembro de 2010

Veracel planeja aumentar a produção e a exportação em 50% nos próximos 10 anos


http://www.painelflorestal.com.br/noticias/empresas/10214/veracel-planeja-aumentar-a-producao-e-a-exportacao-em-50-nos-proximos-10-anos

domingo, 28 de novembro de 2010
O presidente da Veracel Celulose, Antônio Alípio, declarou que a empresa planeja aumentar a produção e a exportação atual em 50% nos próximos 10 anos.

Alípio acredita que o Brasil tem vocação florestal, por ser um dos quatro maiores produtores mundiais de celulose, sendo a Bahia a expressão máxima da potencialidade do País. “Somos 2% da produção mundial no setor de florestas plantadas. E essa é a economia que combate as mudanças climáticas”, analisa.

O setor florestal é novo no país, apesar de existir desde a década de 50 quando já era importador de celulose, matéria-prima na produção de papel e outros produtos.

Na Bahia as florestas plantadas fazem parte da economia local há 20 anos. Pode parecer muito, mas esse número representa, em sua totalidade, apenas três dos mais curtos ciclos de colheita. “Temos rapidez e maior produtividade. No Brasil, uma árvore fica pronta com cerca de sete anos, enquanto em alguns lugares pode chegar a 35 anos”, compara o presidente da Veracel reafirmando o potencial produtivo do País.

Apesar de jovem no estado bahiano, o setor é altamente significativo. De acordo com dados expostos por Antônio Alípio, a Bahia possui hoje 660 mil hectares de florestas plantadas sendo que 300 mil ha agregados são áreas de proteção ambiental.

O executivo ressalta que o mercado de celulose e produção de papel estão em expansão e o Brasil tem capacidade de gestão para desenvolver esses empreendimentos, e estrutura necessária para continuar crescendo. “O setor gera 30 mil empregos formais, permanentes, ligados à saúde e segurança e investimentos na qualificação local”, finalizou. 
Fonte: Correio da Bahia – Adaptado por Painel Florestal

Globo Rural visita o mais novo polo nacional do cultivo de eucalipto do Brasil

Globo Rural conferiu de perto o desenvolvimento do setor em Três Lagoas-MS.

domingo, 28 de novembro de 2010http://www.painelflorestal.com.br/noticias/eucalipto/10212/globo-rural-visita-o-mais-novo-polo-nacional-do-cultivo-de-eucalipto-do-brasil


A silvicultura, que é o plantio comercial de florestas, está em franca expansão no Brasil. As Árvores são cultivadas racionalmente para usos diversos, como a fabricação de móveis e a produção de energia. 

O maior crescimento de todos é o das florestas que abastecem a indústria de celulose. Os repórteres Ana Dalla Pria e Jorge dos Santos mostram como esse mercado está abrindo novas fronteiras agrícolas e mexendo com a vida de muita gente. 

Ele serve para imprimir, escrever, enxugar e embalar. Papel faz parte da nossa vida. A matéria prima básica para a fabricação é a celulose. O Brasil já ocupa o quarto lugar do ranking mundial de produtores desse artigo nobre

Em 2009, o Brasil produziu mais de nove milhões de toneladas de celulose. O negócio está em franca expansão. Registrou um crescimento de 8% no primeiro semestre deste ano se comparado ao mesmo período do ano passado. A celulose é um dos componentes naturais da madeira. Oitenta por cento do que é fabricado sai do eucalipto. O Globo Rural visitou o mais novo polo nacional do cultivo da planta. 

Três Lagoas, cidade no leste de Mato Grosso do Sul, fica na divisa com o estado de São Paulo. Por quase um século, a pecuária reinou na região de forma absoluta. 

A história começou a mudar na década de 70. Procurando alternativas para diversificar a propriedades o governo do estado incentivou o plantio de eucalipto, que cresce muito bem na região. 

Mas foi a chegada de um gigante que deu nova perspectiva ao eucalipto. Com capacidade para produzir cerca de 1,3 milhão de toneladas por ano, a Fibria é uma das maiores fábricas de celulose do mundo. 

A empresa é o resultado da junção de outras duas bastante tradicionais no setor: a Aracruz e a VCP. A unidade é tão grande que alterou até o PIB, Produto Interno Bruto ou a soma de todas as riquezas produzidas num lugar. 


Quando a fábrica entrou em operação, em 2009, o PIB de Três Lagoas triplicou. O do estado de Mato Grosso do Sul aumentou 13% e até o PIB do país sofreu alteração. Houve um acréscimo de 0,15%. Para alimentar essa gigante haja madeira. 

“Por dia a gente recebe em torno de 48 mil árvores de eucalipto”, disse Alberto Pagano Gil, administrador de empresas. 

Na máquina a tora de eucalipto entra inteira e sai picada em cavaquinhos. Depois, segue direto para o interior da fábrica, onde passa por diversos processos que separar a celulose dos outros componentes da madeira. O processo todo demora entre sete e dez horas. Para ser transportada de maneira mais fácil e econômica a celulose passa por uma secagem que é transformada em placas, que lembram uma cartolina bem grossa. 

“A celulose produzida na nossa unidade é basicamente exportada para o mercado asiático, europeu e América do Norte. Há aplicação em diversos segmentos: papel de imprimir e escrever, produção de papeis absorventes para a aplicação no uso da higiene corporal e outros”, explicou Fernando Pereira, gerente. 

Como uma árvore de eucalipto leva uma média de sete anos para atingir o ponto de corte, os plantios para abastecer a fábrica começaram muito antes de ela entrar em operação. Hoje, as florestas da empresa já ocupam mais de 150 mil hectares. Para garantir produtividade e qualidade, são usadas tecnologias modernas de cultivo. 

Tudo começa no imenso viveiro, com capacidade para produzir entre 14 e 15 milhões de mudas por ano. Todas são clones, cópias perfeitas de árvores selecionadas pelo departamento de pesquisa da empresa. 

Há uma área conhecida como jardim clonal. Todas as plantinhas são micro-árvores de eucalipto. Elas servem para fornecer os brotos, as estaquinhas que vão produzir as mudas do viveiro. Carlos Fabris é um dos responsáveis pelo setor. 

“Hoje, produzimos quatro clones diferentes. Nossos clones são híbridos. É uma cópia fiel da primeira árvore. Uma árvore deu origem a milhões de árvores”, explicou Fabris. 

As estacas passam por uma toalete, onde as folhas são cortadas ao meio. Depois, são alojadas em tubetes e vão para a estufa, que tem temperatura e umidade controladas. Ficam no lugar por 20 dias, até a formação das raízes. Então, vão mudando de lugar e trocando a sombra pelo sol. 

“Uma muda leva em torno de 90 dias para ficar pronta para ir ao campo. Ela vai ter mais ou menos um porte em torno de 25 centímetros até no máximo 50 centímetros”, esclareceu Fabris. 

Com tanto cuidado, o índice de pegamento dessas mudas no campo é de 98%. O plantio é mecanizado. Primeiro, um trator abre. O serviço é feito por um implemento controlado eletronicamente. 

“Nós usamos este sistema, que tem dois sensores. Um sensor mostra a profundidade do preparo de solo, da haste. Outro sensor mostra o adubo. O equipamento ainda ajuda a cair exatamente o volume que queremos de adubo”, detalhou Miguel Cadini, engenheiro florestal. 

Para fazer o plantio há outro equipamento moderno: a matraca pneumática. Acoplada ao trator, ela permite que seis homens trabalhem ao mesmo tempo. A matraca abre a cova, solta a muda e coloca junto uma dose de gel. 

“O objetivo do gel é dar melhores condições à muda. A gente conseguiu manter a muda úmida dentro do solo. Com isso, a gente melhora a sobrevivência da muda. Você reduz o volume de água que tem que colocar nas irrigações. Normalmente, em uma época seca, fazemos três irrigações. Você consegue diminuir o número de irrigações e dar uma sobrevivência maior ao plantio. Ele fica de três a quatro dias com essa umidade”, explicou 

A matraca libera quantidade ideal de gel por cova. Depois, basta molhar as mudas e está feito o plantio. 

A principal praga dos plantios de eucalipto é a formiga. Por isso, todas as áreas da empresa passam por monitoramentos constantes. O controle é feito sempre que necessário. 

Um batalhão de gente segue juntinho para fazer uma varredura na área. Quando encontra um formigueiro, o trabalhador despeja a isca de veneno, que as próprias formigas se encarregam de levar para dentro. 

“Os produtos que usamos na área florestal são certificados em entidades que trabalham com certificação. Nós temos nossas certificações que validam o uso desses produtos. A formiga pode matar o eucalipto ou comprometer a produtividade. Neste caso, em áreas novas, ela pode matar a muda. Nas áreas com mais idade, ela compromete a produtividade. Você reduz a área folhar e com isso toda a geração de energia da planta”, explicou Cadini. 

Para manter a produção da fábrica é preciso ter sempre florestas com idades diferentes. O eucalipto permite dois cortes com um único plantio. O primeiro ocorre aos sete anos. Então, vem a rebrota. Depois do segundo corte, aos 14 anos, a área tem que ser replantada. 

A colheita também é mecanizada. O serviço é feito pela máquina que corta a árvore, gira, descasca e deixa a tora no tamanho certo, pronta para o transporte. 

“Ela corta em torno de 70 árvores por hora. A primeira vantagem é a questão da segurança para o funcionário. A questão de ser ecologicamente correto. Por ser uma máquina de esteira, ela menor compactação do solo. E a questão também que é economicamente viável”, detalhou Antônio de Souza, engenheiro florestal.

Fonte: Globo Rural


A CAPITAL DA CELULOSE: O NÃO DITO
Rosemeire A de Almeida.
Profª Drª da UFMS/Campus de Três Lagoas. E-mail: raaalm@gmail.com
Artigo Publicado no Jornal Correio do Estado em 29/11/2010.


Impressiona a forma voraz como a mídia vem construindo o consenso
em torno da formação do “vale da celulose” na região Leste de Mato Grosso do
Sul. Mais um capítulo desta blindagem que visa anular ou colocar no limbo
questionamentos, foi veiculada na edição de outubro da Revista Época, cujo
título é: “Três Lagoas – Capital Mundial da Celulose”.
Impondo uma visão de desenvolvimento como sinônimo de crescimento
econômico, a reportagem dedica extensa matéria às transformações territoriais
em curso no município, oriundas do “complexo celulose-papel”. Ao leitor
desavisado fica a ideia do progresso, fartura de empregos, gente sorrindo à
toa, a ignorar os impactos do plantio do eucalipto; como diz a reportagem “...
a população de Três Lagoas não fez do impacto ambiental um assunto
prioritário, como ocorreu recentemente no Rio Grande do Sul ...”.
Porém, é preciso complementar que esta relativa inércia da população se
deve à velocidade do negócio, incompatível com o processo de conscientização
e organização da sociedade. Uma pesquisa autônoma leva, no mínimo, dois
anos para obter resultados.
Esta velocidade ocorre porque o Estado tem ordenado o território por
meio de incentivos, isenções, flexibilização ambiental, o que permite uma
acumulação de capital acelerada. Em três anos, a Fibria dobrou a área
plantada e montou um complexo celulose-papel, em torno de 280 mil ha, que
faz com que, do total produzido pela empresa, Três Lagoas responda por ¼ da
produção de celulose (1,3 milhão Ton/Ano). Por outro lado, o Plano Estadual
de Florestas/MS apresenta números no mínimo espantosos, projetando uma
área plantada de eucalipto, em Mato Grosso do Sul, de 1 milhão de ha
(SEPROTUR, 2009). O céu é o limite!
Alguns probleminhas, como o caos no trânsito, são citados aqui e ali,
sem realce, para que pareçam coisa normal, consequência inevitável do
progresso. O que não se revela são os números do “probleminha” que se
materializam em seres humanos a lotar os leitos do único hospital público da
cidade.
Como de praxe, não há na matéria o contradito. Ouviram apenas os que
ganham muito, em especial os especuladores imobiliários, pois, como diz a
reportagem, se pode viver na cidade da renda dos aluguéis; já o outro lado há
muito não dorme pela sangria do aluguel.
Poderíamos enumerar vários não ditos que merecem investigação da
academia, por exemplo: camponeses têm relatado constantes e intensos
ataques de papagaios e maritacas em suas roças de milho; frutas do pomar
são disputadas, cada vez mais, com araras e tucanos; há registro de
pulverização aérea em plantios de eucalipto próximo a área de assentamento;
nascentes e córregos em desequilíbrio.
A geração de empregos é discutível, uma vez que a empresa já
mecanizou o corte do eucalipto e anuncia mecanizar o plantio. Além disso, o
cruzamento dos investimentos com os financiamentos do setor nos dá pistas
de que o erário público é o grande financiador do negócio. No caso do
financiamento do BNDES, o setor celulose-papel nos últimos dez anos obteve
mais de 9 bilhões de reais em financiamento – R$ 2,3 bilhões somente em
2006. Para Três Lagoas, em 2009, a Fibria recebeu R$ 661.285.900,00.
Certamente este debate é uma versão tupiniquim de Davi e Golias, pois
se trata de uma gigante do setor, líder mundial na produção de celulose de
mercado, com produção em 2009 de 5.400 milhões/ton/ano, capital estimado
em 7 bilhões e um aumento de lucro de 116% em relação ao ano anterior. E
não fica nisso. Outra do setor, a recente Eldorado, já é realidade na região
Leste a tecer a rede deste agronegócio.
Ao contrário do que se ventila, a região Leste possui outras formas
sociais de existência, fora a grande propriedade. Como exemplo, há 32
projetos de assentamento, 5.811 famílias. Porém, a dinâmica da concentração
da terra em poucas e privilegiadas mãos é também a marca desta região. Nela
os estabelecimentos com menos de 200 ha representam 60,19% detendo
4,58% da área, já aqueles acima de 1000 ha representam 14,30% e dominam
73,45% da área. Apesar disso, 42,68% do leite produzido na região provém
dos estabelecimentos de menos de 100 ha.
Um dos impasses fundamentais é que a expansão do eucalipto não visa
democratizar esta estrutura fundiária, ao contrário. Além de colocar bloqueios
a aquisição de terras para a Reforma Agrária em curso na região, responsável
pela socialização de inúmeras famílias que vivem à margem do sistema.
A ineficiência da política pública voltada ao estímulo da produção familiar
coloca impasse eminente na região Leste, obra, em especial, da dinâmica de
monopolização do território, pois a produção de alimentos básicos, segundo o
Censo 2006 (IBGE), está em decréscimo contínuo em Três Lagoas. A utilização
de terras para a produção dos alimentos básicos é insignificante. A área
colhida de cana, feijão, mandioca e milho totaliza 123ha, ou 0,01% da área
total (932.678ha). Também decresce produção de leite e o rebanho bovino em
comparação ao Censo 1995/96. Urge pensar numa escala de alternativas
pautada no limite e na diversidade socioambiental.
O intuito deste artigo é evidenciar para a sociedade que não há
consenso, pelo menos de parte da academia, quando o assunto é a
eucaliptização da região Leste do MS. Estão em curso pesquisas que poderão
auxiliar no debate junto à sociedade, no sentido de pensar quem está sendo
impactado no tempo e no espaço: monitorarmos a área plantada por
município, os impactos sobre fauna, flora e recursos hídricos, os conflitos
gerados; discutirmos a constitucionalidade da flexibilização das leis ambientais
em Mato Grosso do Sul, que dispensa de licenciamento ambiental as atividades
de plantio e a condução de espécies florestais nativas ou exóticas.
Para aqueles que, às vezes, esmorecem ante o peso e o preço impostos
pelo bloco hegemônico, lembro que a sina dos que discordam do consenso,
como escreveu Frei Betto, é manter a esperança porque “A esperança é um
pássaro em voo permanente. Segue adiante e acima de nossos olhos, flutua
sob o céu azul, não se lhe opõe nenhuma barreira.”


720 hectares de eucalipto são plantados por dia no País

segunda, 22 de novembro de 2010http://www.painelflorestal.com.br/noticias/eucalipto/10160/720-hectares-de-eucalipto-sao-plantados-por-dia-no-pais
Uma pesquisa realizada recentemente pela Abraf (Associação Brasileira de Produtores de Florestas Plantadas) aponta que nos últimos anos o Brasil ganhou 720 hectares por dia de plantações de eucalipto. Esse crescimento equivale a 4,5 parques Ibirapuera ou a 960 campos de futebol.

A madeira destas florestas é utilizada na fabricação de papel, celulose, carvão vegetal e também como produto madeireiro para inúmeras finalidades, inclusive a construção civil. O tempo de crescimento mais rápido da essência no País é um dos atrativos que estimula o crescimento.

No Brasil, ela está pronta para o corte em sete anos, enquanto essências de reflorestamentos em países de clima temperado levam no mínimo 35 anos para produzir madeira de qualidade. Também contribui com o baixo preço da terra em algumas regiões.

Minas Gerais, São Paulo e Bahia são os estados brasileiros com maior extensão de área plantada. Entre 2005 a 2009 houve uma expansão das plantações de 10 mil km² (o DF tem 5.800 km²), segundo dados da associação do setor.

Para os próximos anos, os produtores estimam um aumento ainda maior. A atividade de silvicultura tem sido à força da economia de cidades como as paulistas Salesópolis e Suzano. Outras localidades e estados, como o Rio Grande do Sul, incentivam a cultura em busca de um aquecimento econômico. 

O cultivo de Eucalipto e Pinus geram críticas do MST (Movimento dos Sem Terra) e ambientalistas, alegando que a monocultura degrada o solo porque as plantas consomem mais água, gerando prováveis riscos de incêndios e pragas.

Já alguns estudiosos alegam que os bosques não produzem alimentos para animais, que vão consumir lavouras ou pomares próximos.

Porém, a Abraf nega que as plantações causem danos ambientais. A instituição afirma que os bosques criam um habitat para a fauna, e há condições de alimentação para várias espécies. A associação ainda declara que, o eucalipto consome a mesma quantidade de água do que florestas nativas, e que existe uma série de cuidados de produtores com matas ciliares.

ABPM – Adaptado por Painel Florestal



Países Árabes são os principais compradores da celulose paranaense

domingo, 28 de novembro de 2010http://www.painelflorestal.com.br/noticias/celulose/10213/paises-arabes-sao-os-principais-compradores-da-celulose-paranaense
Síria é o maior destino das vendas externas da Iguaçu Celulose.Foto: DivulgaçãoSíria é o maior destino das vendas externas da Iguaçu Celulose.
A Iguaçu Celulose, com fábrica no município de São José dos Pinhais, no estado do Paraná, pretende ampliar sua carteira de clientes no mercado árabe. A Síria já está entre os principais destinos das exportações da companhia, que também vende para o Egito, no Norte da África.

"As exportações para os países árabes tiveram
impulso a partir de 2007 e atualmente o destino predominante é a Síria", disse o gerente comercial, Oldair José Dominski. 

Segundo ele, o produto mais vendido para o mercado árabe é a celulose fibra longa não branqueada. "Papel kraft extensível para sacos e sacos multifolhados também são exportados para a região", completa. O papel kraft extensível tem como principal característica a elasticidade e os sacos multifolhados são os que apresentam mais de uma camada de papel.

A grande maioria das vendas é fechada por meio de
tradings. De acordo com o gerente, o faturamento anual da companhia é de aproximadamente US$ 175 milhões, com exportações representando 30%. Segundo Dominski, as vendas externas da companhia iniciaram em 1990. Entre os principais destinos, além da Síria, estão Argentina, Paraguai, Venezuela, México, Estados Unidos, China, Togo e África do Sul.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Postar um comentário